22 Tarsila do Amaral Vinho 22

Mais conhecida do que a mistura do Brasil com Egito, é a combinação do vinho com a arte. Ambos milenares e vistos mundialmente como maravilhas; nada mais justo que a gente fazer uma colaboração à altura. 

O que começou como uma conversa despretensiosa com a Tarsilinha, sobrinha-neta da Tarsila do Amaral, se transformou na criação de três rótulos estampados com obras de uma das maiores referências de artista modernista no Brasil. 

Saiba mais sobre o que criamos juntos abaixo.

22 Tarsila do Amaral Vinho 22

Mais conhecida do que a mistura do Brasil com Egito, é a combinação do vinho com a arte. Ambos milenares e vistos mundialmente como maravilhas; nada mais justo que a gente fazer uma colaboração à altura. 

O que começou como uma conversa despretensiosa com a Tarsilinha, sobrinha-neta da Tarsila do Amaral, se transformou na criação de três rótulos estampados com obras de uma das maiores referências de artista modernista no Brasil. 

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22 Tarsila do Amaral Vinho 22
22 Tarsila do Amaral Vinho 22

Há quem diga que A Lua era a obra favorita de seu ex-marido e um de seus maiores admiradores –  o poeta modernista Oswald de Andrade. A obra representa o casamento perfeito entre os elementos de forte presença e movimentos de vanguardas europeias e a tradição e o cenário de arte brasileira.  Não a toa A Lua foi comprada em 2019 pelo Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), por aproximadamente 20 milhões de dólares, tornando-se a obra mais cara já vendida por um artista brasileiro.

22 Tarsila do Amaral Vinho 22
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22 Tarsila do Amaral Vinho 22
22 Tarsila do Amaral Vinho 22

Foi na união de dois de seus principais trabalhos – A Negra (1923) e Abaporu (1928) – que Tarsila concebeu Antropofagia. A obra promove o entrelaçamento entre os dois seres, das respectivas obras, interligados entre si. A ausência de faces, em uma cabeça minúscula em comparação ao enorme corpo, remete à minimização e a inexistência dos pensamentos uma vez que estes encontram-se em sua forma mais primitiva, ligados às suas raízes. A obra é um dos principais símbolos do movimento Antropofágico de Tarsila.

22 Tarsila do Amaral Vinho 22
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Em 1928, Tarsila pintou Abaporu, – terminologia tupí-guaraní que significa “homem que come gente”– e presenteou  Oswald de Andrade, seu então marido, como presente de aniversário. Entusiasmado com essa criatura pré-humana, com o olhar para si e com um pé colossal, Oswald haveria exclamado: “Isso parece um antropófago, um homem da terra!” A obra se eternizou assim, como o principal símbolo da primeira geração do movimento modernista brasileiro, carregando em sua essência, a arte de “comer” a cultura e tendências estrangeiras e adapta-las à realidade do Brasil.
22 Tarsila do Amaral Vinho 22
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